INTRODUÇÃO DE ALIMENTOS PARA BEBÊ

Os pais devem perceber a criança como uma grande possibilidade de auto-educação. É preciso primeiro mudar os hábitos alimentares dos adultos, só assim será verdadeiro para elas…

Comer para qualquer Bebê é continuação do peito, no prato, na panela e no fogão. Paciência, paciência e Amor…

Os Bebês quando respeitados desenvolvem Boa Saúde, lhes oferecer opções saudáveis e deixar seu filho sozinho aprender é a melhor medida.

  • Os bebês que são amamentados aceitam  melhor a introdução de alimentos, que deve ser a continuação de um ato de afetividade.
  • É um período delicado para o bebê, os pais e cuidadores devem ter paciência e consciência da importância desta nova fase de desenvolvimento.
  • Flexibilidade, tranquilidade e confiança por parte dos adultos são qualidades essenciais durante a introdução dos alimentos e fundamentais para aquisição de hábitos alimentares saudáveis pelas crianças.
  • A introdução de alimentos deve ser após o sexto mês pois ocorre a maturidade neurológica para deglutir alimentos sólidos, o bebê já sustenta a cabeça, aparece os primeiros dentes, ocorre o desenvolvimento do paladar e maturação fisiológica.
  • Introduzir um alimento de cada vez e observar durante 3 dias para ver se ocorre alguma reação.
  • Não misturar muitos alimentos de uma só vez.
  • Variar os alimentos entre as refeições.
  • Se a criança não quiser comer, retirar o alimento, sem traumas ou discussões e reapresentá-lo um pouco mais tarde. É importante que a criança sinta um pouco de fome para compreender que é hora de comer.
  • Fazer as refeições em ambiente calmo, longe de televisão, computador e agitação…
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INTRODUÇÃO PRECOCE DE ALIMENTOS E O DESENVOLVIMENTO DE DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS

As alterações funcionais e fisiológicas do bebê até seis meses, são naturalmente dependentes do leite materno para a sua maturação e preparo para o recebimento da alimentação, sem desenvolver respostas alérgicas ou de intolerância aos alimentos. O bebê possui imaturidade renal, hepática e do sistema imunológico; a microbiota intestinal está em formação…

A Introdução precoce de alimentos leva à inflamação da mucosa intestinal e a má absorção de nutrientes, que desencadeia sobrecarga imunológica e hepática, com carência de nutrientes necessários para a formação do sistema imunológico. Desenvolvendo a manifestação alérgica, ocorrendo a formação de anticorpos de memória e sensibilizando a criança para sempre.

Manifestação alérgica através de processos inflamatórios: otite, bronquite, dermatite, esofagite de refluxo, colite, gastroenterite eosinofílica, alteração do sono, constipação… esses sintomas são controlados com antibióticos, digestivos, antiácidos, corticoides, antiinflamatórios, não modificando a causa dos mesmos, formando um circulo vicioso e desencadeando as DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS.

A introdução incorreta de alimentos é um dos aspectos relacionados à aceleração da infância!!

FORMAÇÃO DOS HÁBITOS ALIMENTARES

Os sabores e aromas de alimentos consumido pela mãe são transmitidos para o bebê durante e gestação e através do leite materno, os dois primeiros anos de vida são como uma continuação da condição fetal…

Os pais são responsáveis pela qualidade do alimento que é oferecido ao bebê, o comportamento alimentar deles reflete no comportamento alimentar da criança, que não nasce com preferência alimentar.

É natural a rejeição de sabores e texturas (caretas), isso não quer dizer que a criança não “gostou” daquele alimento, apenas é “diferente”. Deve oferecer de 10 a 15 vezes para aceitação real do  mesmo.

ALIMENTOS QUE DEVEM SER EVITADOS

Não oferecer alimentos com baixa qualidade nutricional e presença de aditivos químicos (gordura vegetal hidrogenada, TRANS, corantes, conservantes e glutamato monossódico).

Alimentos industrializados – danoninho, gelatina, bolachas doces, suco de caixinha, farinhas: mucilon, láctea, neston…

Até os dois anos de idade evitar qualquer tipo de açúcar (refinado, mascavo, demerara…).